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#463 (permalink) |
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Data de Registo: May 2009
Posts: 4
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Ora viva, já ando a ver o fórum há algum tempo mas só agora me deu o bichinho para me apresentar. Sou o Miguel, tenho 19 anos e estou neste momento a tirar a carta AL, não fosse um pequeno desaire com a pobre XLR 125 que me acompanhou na aprendizagem e já teria a carta nas mãos...
Mas esperançosamente daqui a uma ou duas semanas vou finalmente a exame . Quanto a moto minha, ainda não existe, sei que me vai custar uns tempos sem pegar numa mas estou a espera de melhores dias financeiramente. Até lá, espero que o fórum me mate as saudades .
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#464 (permalink) |
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a pedais
Data de Registo: May 2007
Localização: Leiria
Posts: 7
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Viva
O meu nome é Pedro Silva Gordo, estou inscrito desde os primeiros dias deste fórum, mas a minha participação tem sido quase nula e na altura não me apresentei, até porque não havia praticamente ninguém! ![]() Fico muito satisfeito de ver que, enquanto andava eu por outras bandas, esta comunidade cresceu em quantidade e qualidade. Resido habitualmente em Leiria, embora trabalhe em Oeiras, divindo o meu tempo entre Leiria e Lisboa. Tenho 33 anos, sou casado e tenho uma filha de 3 anos. Comecei a andar de mota aos 14, com uma DT 50 LC, depois tive uma Gilera Storm, DTR 125, Honda CBR 1000F'93, Yamaha Thunderace'96, Kawasaki ZX9R'98, Kawasaki ZX9R'99, Kawasaki ZZR 1100'96, Honda Pan European 1300, Yamaha FJR 1300 e comprei recentemente a KAwasaki GTR 1400. Vivo e respiro motas e tudo o que as envolve (turismo, competição, técnica, oficinas, mecânica, etc.). Adoro falar sobre motas e com quem gosta delas. Faço muitos test-drives, troco imensas vezesd e motas, por umas horas, um fim-de-semana, etc., pois estou convicto que todas as motas são boas e têm o seu encanto. Actualmente, a minha utilização é de fim-de-semana e férias, pois a minha profissão não é facilmente compatível com o andar de mota diariamente. Talvez por isso, sempre que pego na mota, o que acontece pelo menos uma vez por semana, parece sempre que jã não conduzo há 3 meses. Espero poder participar activamente nesta comunidade. Cumprimentos para todos. Pedro Gordo Leiria GTR 1400 |
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#465 (permalink) |
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Data de Registo: Jul 2009
Localização: Gaia
Posts: 1
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Chamo-me Bruno, sou de Gaia, tenho 30 anos e já ando de mota quase há 12 anos.
Para mim os motards podem-se dividir em alguns grupos. Há os que andam de mota aos Domingos (comuns Domingueiros – normalmente com motas tipo Pan’s ou afins), há os que têm mota para ir ao café e mostrar aos amigos (muitos Horneteiros dos bicos de pato e não só), há os loucos por adrenalina (os RR’s e Busas), há os artistas de circo (qualquer mota serve para as suas acrobacias) e há os viajados que fazem milhares e milhares de kms (Goldwings, etc etc – BEM HAJA À MOTODIANA – ÉVORA). Há uma coisa em comum entre todos que é o amor que nos une às motas e o facto de quando nos cruzamos na estrada termos o cuidado de cumprimentarmos o amigo que ali passa! Eu estou no grupo dos motards incondicionais que tem a felicidade de andar de mota diariamente para e do emprego, que anda de mota ao frio, chuva, granizo, neve e que simplesmente adora andar de mota. Tudo começou com as obras do Porto 2001 quando me fartei do trânsito caótico. Estava eu num autocarro a olhar pela janela para quem passa e reparei que quem passava eram os gajos das motas… E pensei eu… Pq não? Comecei à procura de uma acelera para começar. Comprei uma Honda Bali 50 num Stand na Foz (Ciclo Foz). Eu nunca tinha pegado numa mota (não conhecia ninguém que tivesse mota para experimentar primeiro) e foi uma aventura tirá-la do Stand, mas consegui não cair J Foi aqui que percebi logo à partida a falta de seriedade ou competência de alguns stands de motas. A acelera vinha toda desafinada a fazer uma média de 5 lts aos 100!!! Lá tive eu de levar a mota ao Stand para eles verem o que se estava a passar com ela. Afinaram-na e ficou ok, depois lentamente fui eu, com os meus dotes de mecânico a ir remediando o facto dos encaixes das carenagens da scooter estarem todos partidos por dentro (nem parecia estarem partidos por queda, mas apenas por falta de conhecimento quando abriam a mota para fazer alguma coisa – não sabem abrir, forçam até partir). Podiam antes de entregar as motas verificarem-nas, ou não? Entre uns furos e um tombo nada grave (maldita areia!), lá fiz uns 10000 kms com a acelera super-fiável mas a precisar de uma boa revisão quando a troquei por uma Yamaha DT. Como gostei da coisa de andar em duas rodas, comecei a pensar em cilindradas mais altas e comprei a DT para treinar a caixa de velocidades. Comprei-a em Oliveira do Douro. Não me recordo do nome, mas o mecâncio era muito bom! Aliás ele afina motas de competição e realmente percebe da coisa! Bom mecânico! Não sei se é comum nas DT’s mas os meus 80 quilinhos e uns bons paralelos obrigavam a afinar frequentemente a corrente o que era uma seca. O problema principal da mota era mesmo o cheiro que deixava na minha roupa (depois quando vi as DT’s da polícia finalmente percebi para que serviam aquelas mangueirinhas na ponta do escape que eles usam) e o facto de não andar nada. Mais uns valentes quilómetros e um tombo nos carris do eléctrico na Foz (com chuva) com a DT, pensei trocá-la. Surgiu uma oportunidade e comprei uma Suzuki DR 650 RSE de 1994 (uma azul) bem antes de tirar a carta de mota. Não sei quanto a vocês mas a polícia só me mandou parar uma vez de mota neste tempo todo por ir com um pneu completamente nas cintas . Esta era uma mota muito económica (gastava menos do que a DT) mas custava bastante a pegar (percebi a desvantagem das monocilíndricas). Tanto andou que acabou por queimar a cablagem eléctrica. Levei-a ao Antero & Filhos (Carvalhos) para eles verem o que se passava e aí sim, vi incompetência pura. Tive a mota parada quase 3 meses. Eles só me diziam que estavam à espera da cablagem da Suzuki e que não FAZEM REPARAÇÕES, SÓ FAZEM SUBSTITUIÇÕES… Ou seja, muito cuidado quando tiverem avarias “anormais” e dependerem de mecânicos desta oficina. Lá fiz eu uma queixa na DECO mas como habitual não valeu de nada. Ficou o registo.Como eu tenho um amigo (OBRIGADO NUNO!) cujo pai é mecânico automóvel, perguntei-lhe se o pai dele poderia fazer alguma coisa. E fez! Com a ajuda de um multímetro e de umas horitas de trabalho na garagem da casa dele, lá foi refazendo os cabos que estavam queimados. Passada uma semana, a mota estava a trabalhar de novo. No entanto este tempo toda parada não foi saudável para o motor, ou seja, com alguma provável carbonização acumulada, a mota ficou a gastar mais (não muito) e de vez em quando sem mais nem menos, ao ralanti, ia abaixo. Lá levei eu a mota ao mecânico de Oliveira de Douro e perante um orçamento grande de reparação pensei em trocá-la… Peguei eu na minha namorada, que agora é ex-mulher, a doce Joana (que entretanto lá me acompanhava em algumas deslocações) e na Suzuki e fui até Coimbra trocá-la por uma África Twin (AT) do final de 1992. Bendito o dia em que o fiz. Pouca gente o sabe mas esta AT já tinha o motor 750, tinha 2 luzes de indicação de reserva de gasolina (uma amarela, a 5 litros do final do depósito e uma vermelha a 1 litro do final) o TRIP, um estofo mais largo e comprido (mais confortável do que as AT posteriores) e andava bem mais do que as AT’s de 1993 para cima. Ela estava pintada toda de preto, tinha o volante um nadinha desalinhado, mas nada que me preocupasse pois ao montá-la pela primeira vez, todas as dúvidas de desvaneceram. Que grande motão! Fazia 70 kms por dia com ela, fui de férias para o Algarve algumas vezes entre muitas aventuras e ela sempre foi uma companheira exemplar. Avarias? Só o controlador de voltagem, de resto, eu mudava-lhe o óleo, lubrificava a corrente e fiz-lhe 60000 kms em quase 4 anos. Não percebo o pessoal que, ao vender motas com 15000 kms dizem que mudaram o kit transmissão. Será que ainda não se descobriu a lubrificação em alguns sítios do país? J Tive um acidente com ela quando um fulano decidiu ficar à esquerda quando eu ia a ultrapassar. Nada de grave e até foi útil já que a mota levou uma revisão valente, um escape Remus (que barulho!!) e finalmente um volante direito! Com esta mota tive 2 episódios desagradáveis na Mototur (concessionário Honda em Valadares). Quando o controlador de voltagem avariou, “fritou” uma bateria. Fui à Mototur e eles limitaram-se a substituir a bateria sem verificarem mais nada ora, lá se fritou outra bateria… Felizmente assumiram o custo da primeira bateria após uma reclamação. Outra situação foi quando fui mudar o pneu de trás antes de ir de viagem para o Algarve. O pneu antigo já tinha furado e eu tinha colocado daquelas latas milagrosas que enchem pneus e tapam furos. Ao entregar a mota avisei o mecânico para substituir a câmara de ar o que ele acabou por não fazer. O pneu perdia ar e eu voltei à oficina no dia seguinte e disseram-me que seria normal. Bem lá fui eu de viagem e após várias paragens para descansar e encher o pneu, já perto de Évora a câmara rebentou… A mota, totalmente carregada com material de campismo e com a minha mulher, foi um bocado difícil de segurar, mas felizmente ia devagar e tudo acabou bem. Era Sábado já quase hora do almoço e foi aí que tive o enorme prazer de contar com a ajuda da MOTODIANA em Évora. Mas que pessoas tão simpáticas e prestáveis. Foram absolutamente fantásticos comigo! Se pudesse fazia todas as revisões e comprava todas as motas em Évora! Quando regressei e me queixei na Mototur nada fizeram. Passado algum tempo, pensei eu em trocar a mota por outra mais turística ou de viagem, para em vez de ir só até ao Algarve, fazer uma viagem planeada pela nossa vizinha Espanha (a rondar os 4000 kms em 15 dias). Após ter estudado algumas alternativas (Varadero – muito pesada, consumos altos, África Twin mais recente – anda pouco, mais desconfortável, VFR – Posição condução, Consumos, entre outras), optei por uma Honda Deauville 650. A mota estava completamente nova. Era de 1999 mas só tinha 10000 kms (só podia, pois estava imaculada). Lá comecei eu a ir para o trabalho com ela. Realmente a mota era confortável, mas a falta de motor começou a incomodar-me um bocadito. Não é que a AT andasse muito, mas tinha força em baixas rotações tornando a condução divertida. A Deauville não tinha força (ponto), mas esticando as mudanças lá andava. No primeiro dia em que fui à baixa no Porto é que começaram os problemas. Como disse, a mota estava impecável e realmente há pessoal muito invejoso. Ou seja, comecei a ter cuidado com o sítio onde estacionava a mota. A ficar traumatizado com os primeiros arranhões, enfim… Coisas que eu nunca tinha tido até então. Na estrada o pessoal ficava a olhar, e alguns a “meter nojo” enfim… Não sei se acontece com todas as turísticas, mas o pessoal dos carros tentava picar comigo e eu deixei de andar tão tranquilo na estrada. Depois outro problema era o peso, estacionar em subidas/descidas passou a ser impossível… A viagem a Espanha acabou por ser feita de carro (MAS QUE GRANDE FIAT PUNTO!!) e comecei a pensar trocar a mota antes de ela desvalorizar muito já que a 700 estava já a aparecer à venda a bons preços em 2ª mão. Pensando no real ponto positivo que a mota tinha (veio de transmissão) optei por ver algumas motas com veio de transmissão. Entre as BMW’s (só se fosse velhinha, senão tinha o mesmo problema em estacioná-la em qualquer lado) e a Yamaha Diversion 900 surgiu a oportunidade de trocar por uma Honda NTV (grande abraço HÉLDER). Na altura pensava eu que Naked, nem pensar, só se fosse tolo! Após analisar diversas propostas, uma das mais vantajosas acabava por ser mesmo a troca pela NTV (era de Lisboa). Consegui encontrar algumas à venda no Porto e resolvi ir experimentar 2. A NTV andava bem mais do que a AT e a Deauville, puxava que era uma maravilha, mas como só dei umas voltinhas pequenas, ainda não me tinha apercebido se era ou não fácil aguentar ser Naked. Como acabei por não vender a Deauville por ter sido ganancioso a um senhor do Algarve, comecei a ponderar seriamente a troca e lá fui eu até Leiria ver a tal NTV de Lisboa. A mota tinha pouco mais de 20000 kms, estava com o cabo de embraiagem seco e duro, o acelerador não desacelerava (estava perro), mas estava toda original e tirando uma ou outra mossa no escape estava impecável… Tudo comprovava os poucos kms que tinha e a falta de uso que o dono logo referiu. Dei uma primeira volta em Leiria com ela e aos 100 kms/hora (que rápido até chegar lá!) o vento era horrível! Mas o facto de olhar à volta e não ver plástico nenhum e parecer que ia a andar no vazio até era engraçado… Espectacular era o facto de a mota não fazer barulho do motor/escape. Só se ouvia o barulho do vento. A pendura, numa viagem que fiz até ao Gerês até adormeceu, coisa que nunca tinha acontecido até então. Posto isto, fechei negócio e lá vim eu de Leiria à noite numa Naked! Posso dizer que senti pura euforia ao vir para cima. Além do negócio ter sido bom para as duas partes, estava a adorar a aceleração da mota (nada de indomável como a Hornet J), o silêncio, a agilidade e o consumo. Logo pelas minhas contas a 100/120 na nacional 1 ela vinha a fazer uma média abaixo de 5! Hoje a mota já vai com 35000 kms Quando chove, não me preocupo com correntes. Naked? Porque não? Há pouco tempo fiz mais de 1000 kms em 2 dias e foi absolutamente tranquilo (Mas que lindo Alentejo nós temos!). O estofo é largo, fofo e comprido, aliás a pendura acaba por ter mais espaço do que na AT, e por muito que custe admitir, a NTV, aquele mosquitinho feio é a mota mais confortável que já tive. É claro que não se consegue fazer uma viagem enorme a 140/160 porque força-se muito o corpo, mas é para isso que existem as Turísticas! Curioso é uma coisa. O pessoal das Hornet e afins naked’s rápidas diz que anda a 200 e muitos numa naked, agora quem tem nakeds tipo CB500 ou GS500 diz que não passa dos 120 por causa do vento! Bem, parece que o vento nas motas rápidas bate menos do que nas outras naked… O motor da NTV vem desde finais de 80 e era montado nas Africas Twin 650, passou pelas Transalp e aguentou-se até 2005 nas Deauville e é realmente espectacular (económico,fiável, o que se pode querer mais?). O rácio das mudanças na NTV é muito mais curto que na Deauville o que faz-nos chegar à 4ª num instantinho, mas a caixa é dura e às vezes é difícil lidar com ela. Nada que as suas vantagens não ultrapassem facilmente. Eu não sei conduzir, por isso não ando depressa e quando o faço é só com a estrada desimpedida e em recta, mas já deu para constatar que a quarta chega bem aos 180 (no conta Km’s) e para a quinta chegar aos 200 é preciso ir muito baixadinho. A partir daí não sei porque aparecem carros e afins J Para o pessoal das rápidas isto é ridículo, mas para me matar é mais do que suficiente, eu sei que para eles não. A NTV é a única naked turística do mercado. Deixo um desafio que é apontarem-me uma mota sem corrente, económica, leve e com uma posição de condução direita. Compará-la com outras naked é errado, porque ela é uma naked de condução tranquila, sendo que o mercado vê uma naked como uma “street fighter” que deve ter arranques brutais, alguma ponta e muita loucura ou como uma utilitária “entrega-pizzas”. Portanto o que se procura numa Naked não se encontra na NTV. Por alguma razão os engenheiros da Honda pegaram na mota e espetaram-lhe com um monte de plástico em cima (Deauville) e transformaram-na numa turística. O motor é mesmo isso! Turístico qb e capaz de alguma adrenalina quando apetece (esta vertente desaparece com os 40 quilos a mais e com a caixa da Deauville). Por uma questão desta "adrenalina" que falo, gostava de andar uns tempos com uma mota de 100 cavalitos ou mais e o ideal era ter 2 motas (a NTV e outra), mas não tenho essa hipótese. Já andei a sondar umas Hornet, VFR, FZ6 mas pelos consumos / tranquilidade em estacionar a mota / estados da mota, ainda não encontrei alguma que me fizesse desistir da NTV. No fundo revejo-me noutra característica do pessoal motard. A mota que temos é sempre a melhor do mundo independentemente de tudo o que nos possam dizer! Se houve alguém que conseguiu ler o meu texto até aqui, o meu muito obrigado. Sintam-se livres de comentar e de criticar! Um abraço para todos os amigos motards! PS: Podem ver alguma fotos das minhas montadas em http://picasaweb.google.pt/bfr.man/Motas?feat=directlink |
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#466 (permalink) |
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Data de Registo: Jun 2009
Posts: 1
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boas, sou o Botas, do Montijo, tenho 30 anos e ja ando de moto a algum tempo comecei pela bela e inesquecivel Honda nx4(pois tinha o roncar da pulsar) passando de seguida a uma nao menos inesquecivel kawasaki ninja600 de 2001 bebia que nem uma louca mas pa andar nao havia igual, parei durante uns tempinhos, mas o bicho continuo ca dentro tendo ido buscar a pouco tempo uma hornet 600( autentica bicicleta e muito engracada), devido aos tempos difeceis tive de me separar dela, tendo um mes depois comprado uma xj 600 bastante economica, mas claro nao era moto para mim tendo a vendido logo de seguida e acabei por adquirir um TDM 850 de 91 maquina brutal em quase tudo o ke tem de bom tb o tem de mal mas foi sempre umas das minhas motos preferidas e pa ajudar ja nao paga o belo do selo e o segura tb e baratissimo
. pronto ja me apresentei e agora espero contribuir para o forum sempre que possivel.
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#468 (permalink) |
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a pedais
Data de Registo: Jun 2009
Posts: 11
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Boas
sou o Dário tenho 27 anos e sou novo no mundo de duas rodas sou fanatico por carros japunas por isso estou a pensar em comprar uma 125(aproveitado a nova lei) precisava era de uma ajuda na escolha. espero ser bem recebido por cá e aprender muito neste mundo de duas rodas. |
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#469 (permalink) |
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a pedais
Data de Registo: Jun 2009
Posts: 6
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Ola eu sou o Rui Costa sou de Espinho e tenho 26 anos...ainda não tenho mota mas poderá estar a dias.. desde a minha Aprilia RS 50 que fiquei com o bichinho e agora um salto para uma R1 2009
Saudaçoes a todos os malucos das 2 rodas |
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#470 (permalink) |
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Data de Registo: Jul 2009
Localização: Torres Novas
Posts: 1
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Boas,
Sou o Daniel, 25 anos de Torres Novas. Sou um estranho a este mundo das duas rodas mas com grande vontade para mudar isso .Comecei à alguns meses a interessar-me por este mundo e o mês passado finalmente tirei a carta para moto. Agora é só mesmo juntar mais uns cobres para arranjar uma companheira para as curvas ![]() Cumprimentos |
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#473 (permalink) |
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Data de Registo: Jul 2009
Posts: 1
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Ora boas, sou o Miguel Serieiro obidense de gema como sou amante do descanso tenho uma maxi 250 uma Peugeot Satelis como uma parga de extras, também nas duas rodas mas sem motor tenho uma KTM Team LC uma hardtail de BTT.
Até um dia por aí nas curvas da vida. |
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